terça-feira, 27 de abril de 2010

Inicia campanha de vacinação contra H1N1 em Coari

Por Cleide Brilhante, Keytiane Lopes e Samy Gabriela

A campanha de vacinação contra a Influenza A (H1N1) em Coari, como em muitas outras cidades do interior do Estado, não está obedecendo ao calendário divulgado pelo Ministério da Saúde.

Segundo o coordenador de imunização do município de Coari, Ranilson da Silva Damasceno, desde o início da campanha, no dia 22 de março, estão sendo vacinados todos que procurarem os postos de vacinação em Coari, independente da idade.

De acordo com o calendário da campanha nacional de vacinação, divulgado pelo ministério da saúde, deveriam ser vacinados, entre os dias 22 de março a 5 de abril, gestantes e crianças a partir de 6 meses e menores de 2 anos (1º dose). Entre 5 a 23 de abril, população saudável com faixa etária entre 20 a 29 anos.

Devido à baixa procura pela população de Coari, segundo o coordenador Ranilson, a secretaria abriu a vacinação para a população em geral, independente do cronograma.

Interior

O público alvo é a população da cidade e interior. Porém, o ministério da Saúde ainda não disponibilizou recursos para que a campanha chegue à comunidade ribeirinha de Coari. Para os que residem nas comunidades mais afastadas, sabe-se que a dificuldade de locomoção e a falta de informação ou a divulgação da campanha no interior do município de Coari, como em todos os interiores, compromete as metas estabelecidas para imunizar a população.

Na Amazônia, a vacinação não se dá com a regularidade desejada devido às cheias e a baixa dos rios dificultando a navegação. Mas segundo o coordenador da campanha no município, alternativas já estão sendo estudadas para que estas comunidades sejam atendidas.

Números

Em Coari, a estimativa da coordenadoria de imunização do estado prevê mais de 32 mil doses. Porém, até o dia 10 de abril, aproximadamente 40% das doses foram ministradas. Não tendo dados específicos sobre o percentual de quantos destas doses foi ministrada para a população ribeirinha ou da cidade.

Conheça melhor a doença

Influenza A (H1N1), ou popularmente chamada de Gripe Suína é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus Influenza. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e possui sintomas semelhantes aos da gripe comum. Os seus sintomas são febre alta (superior a 38ºC), tosse, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, irritação nos olhos, coriza, náuseas e vômitos. Os sintomas respiratórios tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral por três a quatro dias após o desaparecimento da febre.

Tire suas dúvidas sobre o H1N1

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Cresce casos de virose em Manaus

Por Cleide Brilhante, Keytiane Lopes e Samy Gabriela

O aumento dessa doença em Manaus é no período de chuvas, que inicia no final de novembro e se estende até o mês de maio. Essa doença afeta grande parte da população, atinge principalmente as crianças que apresentam um sistema imunológico vulnerável a esse tipo de contaminação.

O que é virose

O termo virose designa qualquer doença causada por um vírus. Atacam os seres humanos, os animais e as plantas. A maioria dessas doenças podem também ser causadas por bactérias e outros agentes, quando tendem a ser mais agressivas.
(Saiba mais sobre a doença...)

Sintomas da virose

De acordo com o médico pediatra, Carlos Aires, a umidade do ar e o clima frio cooperam para o aumento da proliferação do vírus pelo sistema respiratório. Ele explica que os sintomas mais frequentes são: febre, dores musculares, cefaléia, mal estar, evoluindo com dor de garganta, tosse, coriza,diarréia, vômito, congestão nasal e pode até causar pneumonia.

Recomendações

O pediatra Aires recomenda aos pais que não devem deixar seus filhos em lugares abafados para impedir que eles adquiram viroses, ressalta que é importante em alguns casos, a mãe cuidar da criança em casa, pois o risco de contaminação de outras doenças são maiores em unidades de saúde.

Segundo o médico “atualmente o tratamento da virose é um desafio para a medicina, pois os antivirais disponíveis ainda são medicamentos pouco eficazes. Por outro lado, muitas viroses são autolimitadas, isto é, desaparecem espontaneamente, explica.